Como será que deus funciona na vida humana ,neste planeta e na politica social ...?
Com tantas religiões , cada uma com suas teorias (teologias) a cada dia fica mais facil se perder nos labirinos da mediocridade e hipocria religiosa.
Segundo alguns estudos, não precisamos saber exatamente como Deus funciona, basta apenas viver com Ele presente na nossa vida e pronto.
Assim como não é necessário conhecer todo o funcionamento de um carro para dirigi-lo, mas apenas entender o básico, ligar o motor e guiar, o mesmo vale para Deus. Não é preciso saber tudo sobre ele, nem precisamos estudar teologia, criar religiões ou decorar páginas da Bíblia para compreender sua essência.O que mais me deixa indignado, nesse mundo maluco, bizarro e sem rumo, é perceber que, quando criança ou adolescente, depois de uma longa jornada de aprendizado, sempre comprometidos e submissos aos conceitos de religiosidade, aprendemos tudo certinho. Ou seja, o catecismo — seja católico ou de outras religiões — nos ensina que Deus não habita em templos construídos por mãos humanas, mas está dentro de cada um de nós. Aí aparece alguém e pergunta: "Tá aí admirado com o que aprendeu... ou tá querendo vacilar?".
Em alguns casos específicos, certos desavisados e audaciosos tentam, de forma insinuada, nos convencer de que precisamos reaprender tudo de novo, preferencialmente com o único propósito de nos manter presos em suas duvidosas doutrinas, baseadas em um conceito equivocado de que Deus habita somente dentro de seus templos. Assim sendo, querem que participemos de suas “mediocridades religiosas” e, naturalmente, paguemos o dízimo, vigésimo ou centésimo de tudo o que recebemos em moeda corrente.
Embora a palavra "dízimo" historicamente signifique a "décima parte" (10%) no Antigo Testamento, o catolicismo ensina que, no Novo Testamento, a contribuição passou a ser guiada pelo amor e pela generosidade, e não por uma porcentagem fixa. Em resumo, segundo alguns historiadores, qualquer oferta, de preferência voluntária, deve ser um sinal de respeito e participação, mas nunca uma obrigação.Por exemplo, no capítulo 23 de Mateus, há uma passagem em que Jesus critica aqueles que pagavam o dízimo com rigor, mas deixavam de lado a prática da justiça e da misericórdia.
Vivemos em um mundo tão estranho, bizarro e esquisito que chega a nos causar desconfiança e dúvidas em relação aos conceitos de religiosidade. Levando em conta o grande número de “mercenários da Bíblia”, a desconfiança pode até ser saudável e benéfico, pois, na maioria das vezes, são pessoas sem qualquer preparo psicológico ou espiritual, servindo apenas como instrumentos de arrecadação de dízimos para seus senhores administradores ou, pior ainda, atuando como intermediários entre o crime organizado, milícias e partidos políticos criminosos.
O número crescente de religiosos investigados ou condenados por crimes contra a economia popular, como pirâmides financeiras e estelionato (muitas vezes disfarçados de investimentos em criptomoedas), tem sido impulsionado pelo uso da fé para vencer a desconfiança das vítimas, formar grandes redes de captação e facilitar a ocultação de bens.
Nenhum comentário:
Postar um comentário