sábado, 30 de maio de 2026

TERRORISMO OU CRIME ORGANIZADO ? CABE AO BRASIL OU AOS AMERICANOS DECIDIR ..SEI-LÁ SE ENTENDE

 Ao que tudo indica, até o final das eleições gerais de 2026, poderemos ter muitas surpresas, sejam elas positivas ou negativas. Sei lá, entende? 

Só o tempo e a dinâmica das políticas eleitorais poderão responder.

Segundo o governo brasileiro, somente o Brasil tem o poder de decidir, classificar e diferenciar entre crime organizado e terrorismo político ou religioso

"O governo afirmou, nesta sexta-feira (29), que são os brasileiros que definem como o crime é classificado e combatido dentro do território do país, com suas instituições, leis e forças de segurança. O Palácio do Planalto afirmou também, em nota, que a família Bolsonaro tem buscado uma intervenção estrangeira no Brasil." Fonte  Brasil é quem define como combate e classifica o crime, diz Planalto | Agência Brasil

Lei Antiterrorismo (Lei nº 13.260/2016) 👈

Quando observamos o comportamento de alguns políticos, seja no Brasil ou em outras nações, podemos chegar a conclusões surpreendentes sobre o significado de “mente criminosa”.

A "mente criminosa", segundo algumas traduções, não pode ser descrita apenas por um diagnóstico médico, mas também por padrões de pensamento e de personalidade, além de processos cognitivos que facilitam ou incentivam o comportamento antissocial e a violação de leis.

OUTRAS OBSREVAÇOES  DO AUTOR 

Não sou a pessoa mais qualificada para tentar descrever o significado e a diferença entre crime e terrorismo, mas às vezes fico um pouco indignado com certas situações. Acredito que muitos brasileiros, assim como eu, estão se perguntando: "Como deixamos o crime chegar a este ponto?",
 
"O que será que deu errado?" e "Por que nossas autoridades dos governos, executivo, legislativo e judiciário não tomaram nenhuma providência?".

Vale lembrar que, no Brasil, a definição de “governo” não cabe a um único poder ou segmento, mas sim aos três poderes legalmente constituídos, além de inúmeras autarquias, com seus altos funcionários teoricamente qualificados, que deveriam servir de apoio e exemplo de cidadania e respeito — algo que, infelizmente, nem sempre ocorre.

Resumindo: a maioria dos brasileiros é honesta. Mesmo diante das dificuldades sociais, políticas e econômicas, muitos mantêm um forte senso de justiça — seja na indignação contra a corrupção, na defesa dos direitos humanos ou na busca por igualdade. Esse “sentimento de justiça” aparece tanto nas pequenas atitudes cotidianas quanto nas grandes mobilizações coletivas.

 Só lamento o fato de o Brasil, como nação, ter chegado ao ponto de coexistir com um Estado de Direito tão “bonzinho e camarada”, a ponto de permitir que governos paralelos, voltados para o crime organizado, se misturassem e se espalhassem pelo nosso meio social.
 
No estado de São Paulo, o crime organizado, como o PCC, também está presente. É possível que até na sua pacata e singela cidade o PCC ou o Comando Vermelho estejam atuando, e você seja o último a saber. Segundo informações, os integrantes dessas organizações são discretos, educados e organizados, passando despercebidos.

Sinceramente, eu prefiro o Brasil de antigamente, quando se educavam as crianças de que o crime não compensa. Quando observamos o crescimento do crime organizado no Brasil, entendemos que a formação humana, segundo o catecismo do cristianismo — “não roubarás” —, ficou esquecida nos labirintos dos partidos políticos brasileiros. Apesar de tudo, ainda acredito que seja possível uma transformação social, e que nossas autoridades de governo ainda tenham a chance de transmitir aos seus concidadãos um conceito ético de justiça e honestidade. Afinal, somos todos “cristãos” observadores da lei e da ordem, ou será que estamos sendo educados a acreditar na “teologia da prosperidade do crime”, onde vale tudo? Alguns até dizem por aí que o cristão está acima da lei, que Jesus Cristo já pagou por tudo e que os cristãos não estão mais submissos à lei... Será mesmo?


A fé ou religião de alguém não a livra das leis do país onde vive. No Brasil, por exemplo, a Constituição garante que todos são iguais perante a lei, sem qualquer tipo de distinção. Isso quer dizer que, seja cristão, judeu, muçulmano ou sem religião, qualquer pessoa que cometa um crime pode ser processada, julgada e condenada conforme o Código Penal e outras leis aplicáveis.


Romanos 8


2 Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte. 
3 Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne;
4 Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.

Acho que, mesmo “pecando”, vou esquecer um pouco da política e me deliciar com as festas juninas.
Segundo as traduções a  Festa Junina tem raízes em antigas celebrações do paganismo .
Mas entre paganismo e politicagem....prefiro um  "pecado conciemnte"  do que pedir permissão para o crime organizado ..

Relembrando festa Junina (Grupo VidAtiva) Esportiva Sanjoanense . No dia 16 de Junho de 2026,tem mais um arraia. Em 2024 os noivos até receberam brindes da Odontoclinic SJBV




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