quarta-feira, 6 de maio de 2026

ENTENDENDO MELQUISEDEQUE - o eterno sacerdócio

ANTES DE MAIS NADA,  deixo aqui,nesta postagem específica, meu raciocínio lógico,transparente e bem definido sobre religião de comécio, abuso e violência teologal .
Sou favoravel a todas as  formas de sacerdócio sério e responsável, porém discordo de toda e qualquer religião de comécio , inclusive aquela que usam o sacerdócio para arrecadar dízimos em nome de suas instuições ,com proposito de “comércio da fé” que pode ser definido como a prática de transformar a religião ou a espiritualidade em um meio de lucro, poder ou manipulação.

O cristianismo ,como religião e/ou filosofia de vida,  chega a despertar uma certa curiosidade e admiração .
Pelo que dizem os historiadores, o cristianismo ,além de ser uma religião, tambem é considerado como filosofia de vida.
Uma filosofia de vida com dimençâo espiritual, que  propõe valores éticos e morais (amor ao próximo, perdão, humildade, justiça) que podem ser seguidos mesmo fora de um contexto estritamente religioso. 

Mas,ao que tudo indica ,nem sempre o cristinaismo foi assim, antes mesmo de Jesus Cristo , ja existia alguma forma válida de sacerdócio .

A "ordem de Melquisedeque" segundo descriçaõ da  Bíblia é uma forma de sacerdócio eterno, portanto superior ao levítico, estabelecido diretamente por Deus, no qual Jesus Cristo é o sumo sacerdote.
"A associação ou identificação de Melquisedeque com o Messias é anterior ao cristianismo, desenvolvendo-se no messianismo judaico.

Hoje em dia toda religião tem seus sacerdotes,seus ministros, padres, pastores ,diacomos e outros servidores voluntários. 

 Mas ai surge uma pergunta :  "Como surgiu a funçao de sacerdote no mundo ? "

Segundo relatos e investigações de pesquisadores , o sacerdócio ,como temos nos dias de hoje, em forma de profissão e/ou oficio , surgiu dentro dos membros da tribo de Levi, com a funçaõ de  representantes das tribos no serviço do santuário. 

Diante de tais descobertas e afirmações bliblicas, podemos concluir que o sacerdócio de Jesus Cristo ,segundo a ordem de melquisedeque,nada tem a ver com as religiões de hoje, (Talvez seja esta uma das mais significativas explicações e traduçõess biblicas ) .
Segundo declarações do próprio Jesus Cristo, "Todos os que vieram antes de mim são ladrões e salteadores"  ( João 10:8),  guias falsos, líderes despóticos ou religiosos que exploravam o povo , para benefício próprio, agindo com engano e violência.

 Em resumo:   Em nenhu momento , segundo a descrição bilica ,  Jesus pede dízimo aos discípulos ou às multidões,  não instituiu nenhuma forma de mandamento para enriquecer grandes instrituiçoes religiõsas.. Ele destacou que o mais importante é a justiça, a misericórdia e a fé, e que a contribuição deve ser fruto de amor e liberdade, não de imposição e/o intimidação ou promessa criminosa  de que "Deus vai dar em dobro" ,ou seja,  Deus no sentido macrocósmico e Jesus Cristo, nunca precisou de nosso dinheiro e/ou nosso dízimo . 

O dinheiro é uma ferramenta prática para a vida material. Interessante pensar que muitas tradições religiosas e filosóficas reforçam isso. Por exemplo:
No cristianismo, Jesus fala sobre acumular tesouros no céu, não na terra.
Portanto e assim sendo ,compreendo que Jusus Criso é ,de fato, sacerdote eterno“segundo a ordem de Melquisedeque”..E que o fato de Abraão, em agradecimento e reconhecimento da autoridade ter dado  a ele o dízimo de tudo o que possuía, não constitue nenhuma licença para roubrar e enganar os pobres e nessecitados de amparo espiritual e emocional .

Porquanto sobre ele é afirmado:"Tu és sacerdote para sempre,
segundo a ordem de Melquisedeque". Hebreus 7:17-28-    Bem diferente das ordens e desordens das  práticas religiosas de nossos dias
                                                                               

VIOLENCIA TEOLOGAL 
A violência em forma de abuso teologal, segundo traduções da lingua portuguesa, pode ser definido como  abuso espiritual ou religioso, quando textos e doutrinas de deteminadas crenças religiosas são manipulados para dominar, controlar ou ferir alguém.
No mundo das religiões de comércio, chega ser comum usar de interpretação distorcida de passagens bíblicas ou doutrinárias  para justificar submissão, particularmente em contextos de violência doméstica, que incluem a ideia de que o casamento é mais importante que a integridade física da mulher ou que Deus abomina o divórcio acima de tudo.

Entre outros traumas, " A violência espiritual  é o uso de crenças, práticas religiosas de  autoridade eclesiastica.   EXEMPLO : manipular, controlar, humilhar ou ferir alguém, geralmente envolvendo líderes religiosos, familiares ou parceiros. Ela viola a consciência e a dignidade, utilizando conceitos como culpa, pecado e submissão para dominar. [1, 2, 3, 4]

Onde o Estado muitas vezes não chega
"Quase 43% das mulheres evangélicas no Brasil já sofreram algum tipo de violência de gênero ou doméstica, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Datafolha. Percentual superior à média nacional (32,4%). Esse número, por si só alarmante, revela uma realidade ainda mais complexa quando se observa o comportamento dessas vítimas diante da violência."
Fonte: CONGRESSO  em FOCO-  um pequeno trecho da materia de  

Carol Cassiano





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