Logo no inicio , procurei encontrar uma resposta razoável para o titulo desta postagem ,e sabem o que encontrei ..? Acabei por encontrar uma resposta signifcativa e eclarecedora .
Segundo as traduções da I.A. inteligencia artifical : " Não. A democracia não é considerada uma ofensa teologal."Na teologia, ofensas ou pecados contra a fé costumam ser divididos entre pecados capitais, pecados que clamam aos céus ou pecados contra o Espírito Santo. A democracia é um sistema de organização política e social, não um conceito religioso. [1, 2]" E segue : " Laicidade: Teólogos e cientistas da política defendem que a democracia exige um Estado laico, onde a religião é uma questão de foro íntimo e não deve ser usada para impor dogmas ou governar as instituições públicas"
Quisera Deus que, na adolescência eu tivesse uma enciclopédia; jamais teria acreditado em tantas mentiras sobre a democracia. Mas antes tarde do que nunca. Na ingenuidade e simplicidade de cidadão adolescente leigo, acreditava em tudo que alguns políticos diziam em suas campanhas, sempre apoiados por determinados cleros religiosos, alegando que a expressão “democracia” era sinônimo de poder demoníaco, ou seja, que o poder do povo seria algo nocivo. Hoje entendo que, para quem usa a fé e religiosidade como meios de dominação e poder, a democracia pode ser um grande obstáculo.
Segundo a liturgia da igreja católica de hoje Mt 9,9-13, Deus, através do espirito santo de vida, está sempre presente entre nós, , comendo e bebendo entre publicanos e pecadores,afinal esta escrito :Quando pensamos no conceito de sistema de governo, à primeira vista parece que a democracia é nossa única esperança. Passamos a acreditar que seja única que atende aos nossos interesses, como a distribuição de renda e a liberdade de expressão. Apesar de seus defeitos, também acredito que democracia seja o sistema mais adequado para os dias de hoje.
Às vezes, em silêncio, percebo o quanto somos explorados e ignorados por nossos governantes. Ser ignorante, segundo a definição da língua portuguesa, é algo natural e comum, afinal, desconhecemos mutas coisas, o que nos enquadra no conceito de ignorantes.Ao mesmo tempo em que nos permite exercer nossa liberdade de expressão sem perseguições, sempre há exceções. Em nosso mundo, sempre existirão governos sem coragem de enfrentar a realidade dos fatos . Governos que usam o poder como fachada para esconder uma personalidade autoritária, doentia, corrupta e corruptora.
Naturalmente, jamais poderia falar por todos, mas minhas observações sobre o nosso sistema de governo são apenas uma reflexão pessoal .
Seria a democracia ,no seu contexto atual , uma ameaça ou uma segurança ...? Segundo pesquisas, a democracia no Brasil das ultimas decadas, promoveu e estimulou o crime organizado em grande estilo .
Estudos sérios e responsaveis, apontam que crime organizado evoluiu demasiadamente na última década no Brasil e no mundo,um aumento significativo e visivel em várias esferas organizacionais da sociedade, corrompidas pelas organizações criminosas, que se infiltram nas instituições democráticas das mais variadas maneiras ,com partipaçao de agentes públicos e seus interesses pessoais..Ainda assim, acredito que o Brasil esteja no rumo certo do avanço para um futuro promissor. Espiritualistas de estudos geopolíticos alternativos ,há décadas assumem publicamente que o futuro da humanidade dependerá do equilíbrio entre a razão (ciência/tecnologia) e a emoção (empatia/recursos naturais).
Alguns estudos, mais otimistas apontam que a união do Brasil com o Estados Unidos, será enevitável . De acordo com algumas filosofias geopolíticos espiritualistas, o Estados Unidos será o cerebro ,enquanto o Brasil representará o coração ,ou seja ,a união perfeita para um novo conceito politico.
Nosso sistema de governo atual, com suas ideias e ideais de liberdade e democracia (como na Constituição de 1988), acabou nos deixando num verdadeiro “mato sem cachorro”. Ficamos “sem pai e sem mãe”, cidadãos abandonados, filhos de uma pátria amada, mas sem uma definição adequada de amor próprio , sem uma definição clara do que é patriotismo, uma pátria nem sempre livre, justa, solidária ou voltada para os interesses do povo. O Congresso Nacional é o exemplo mais vivo e dinâmico desse problema e dessa sede de poder, um lugar onde, muitas vezes, parlamentares votam contra o povo e priorizam seus próprios interesses políticos, partidários e econômicos.
Mas nem tudo será flores, pois alguns conceitos de governos criminosos ainda continuarão existindo, contribuindo para facilitar crimes contra a economia e os cofres públicos.
Embora nossa Constituição Federal de 1988 deixe claro que o Poder Legislativo deve representar o povo, o funcionamento real das votações e reuniões de bastidores, com suas dinâmicas complexas, acaba gerando um distanciamento do ideal de governar para o povo, atendendo mais a interesses pessoais, partidários e de grandes corporações. Segundo algumas interpretações, “parlamentares podem priorizar demandas de setores econômicos, empresariais ou aliados políticos em vez de atender diretamente às necessidades populares”. E quem somos nós para dizer o contrário? O direito dos parlamentares de votarem segundo suas convicções político-partidárias é, na verdade, o que menos me incomoda. O que entristece é saber que, diante das regras e características do nosso sistema eleitoral, muitas vezes não temos outras opções: Ou escolhemos “este” ou “aquele”, como se não houvesse candidatos menos duvidosos e trapaceiros. Resumindo: entendo que, num provável segundo turno em 2026, talvez tenhamos de escolher apenas o que o sistema os reservou . É lamentável imaginar que, em um Brasil com cerca de 213,4 milhões de habitantes, existam apenas duas opções de governo capazes de governar. Mas ainda há tempo para acreditar , é possível reverter esse cenário e mostrar que nosso país não depende apenas de dois nomes para liderar.

