Quando observamos o comportamento de alguns políticos, seja no Brasil ou em outras nações, podemos chegar a conclusões surpreendentes sobre o significado de “mente criminosa”.
A "mente criminosa", segundo algumas traduções, não pode ser descrita apenas por um diagnóstico médico, mas também por padrões de pensamento e de personalidade, além de processos cognitivos que facilitam ou incentivam o comportamento antissocial e a violação de leis.
OUTRAS OBSREVAÇOES DO AUTOR
Não sou a pessoa mais qualificada para tentar descrever o significado e a diferença entre crime e terrorismo, mas às vezes fico um pouco indignado com certas situações. Acredito que muitos brasileiros, assim como eu, estão se perguntando: "Como deixamos o crime chegar a este ponto?",
"O que será que deu errado?" e "Por que nossas autoridades dos governos, executivo, legislativo e judiciário não tomaram nenhuma providência?".
Vale lembrar que, no Brasil, a definição de “governo” não cabe a um único poder ou segmento, mas sim aos três poderes legalmente constituídos, além de inúmeras autarquias, com seus altos funcionários teoricamente qualificados, que deveriam servir de apoio e exemplo de cidadania e respeito — algo que, infelizmente, nem sempre ocorre.
Resumindo: a maioria dos brasileiros é honesta. Mesmo diante das dificuldades sociais, políticas e econômicas, muitos mantêm um forte senso de justiça — seja na indignação contra a corrupção, na defesa dos direitos humanos ou na busca por igualdade. Esse “sentimento de justiça” aparece tanto nas pequenas atitudes cotidianas quanto nas grandes mobilizações coletivas.
Só lamento o fato de o Brasil, como nação, ter chegado ao ponto de coexistir com um Estado de Direito tão “bonzinho e camarada”, a ponto de permitir que governos paralelos, voltados para o crime organizado, se misturassem e se espalhassem pelo nosso meio social.
No estado de São Paulo, o crime organizado, como o PCC, também está presente. É possível que até na sua pacata e singela cidade o PCC ou o Comando Vermelho estejam atuando, e você seja o último a saber. Segundo informações, os integrantes dessas organizações são discretos, educados e organizados, passando despercebidos.
Sinceramente, eu prefiro o Brasil de antigamente, quando se educavam as crianças de que o crime não compensa. Quando observamos o crescimento do crime organizado no Brasil, entendemos que a formação humana, segundo o catecismo do cristianismo — “não roubarás” —, ficou esquecida nos labirintos dos partidos políticos brasileiros. Apesar de tudo, ainda acredito que seja possível uma transformação social, e que nossas autoridades de governo ainda tenham a chance de transmitir aos seus concidadãos um conceito ético de justiça e honestidade. Afinal, somos todos “cristãos” observadores da lei e da ordem, ou será que estamos sendo educados a acreditar na “teologia da prosperidade do crime”, onde vale tudo? Alguns até dizem por aí que o cristão está acima da lei, que Jesus Cristo já pagou por tudo e que os cristãos não estão mais submissos à lei... Será mesmo?
A fé ou religião de alguém não a livra das leis do país onde vive. No Brasil, por exemplo, a Constituição garante que todos são iguais perante a lei, sem qualquer tipo de distinção. Isso quer dizer que, seja cristão, judeu, muçulmano ou sem religião, qualquer pessoa que cometa um crime pode ser processada, julgada e condenada conforme o Código Penal e outras leis aplicáveis.
2 Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte.
3 Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne;
4 Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.
Acho que, mesmo “pecando”, vou esquecer um pouco da política e me deliciar com as festas juninas.
Segundo as traduções a Festa Junina tem raízes em antigas celebrações do paganismo .
Mas entre paganismo e politicagem....prefiro um "pecado conciemnte" do que pedir permissão para o crime organizado ..
Relembrando festa Junina (Grupo VidAtiva) Esportiva Sanjoanense . No dia 16 de Junho de 2026,tem mais um arraia. Em 2024 os noivos até receberam brindes da Odontoclinic SJBV
Institutos de meteorologia de vários países têm reforçado a possibilidade de um “super El Niño” se formar em 2026. Mesmo com todos os alertas e registros históricos sobre eventos climáticos, parece que nossos instintos estão adormecidos diante das notícias sobre corrupção e eleições.
De acordo com relatos históricos, o século XVIII testemunhou um dos episódios mais devastadores do fenômeno: o chamado “Grande El Niño”, que ocorreu entre 1788 e 1793, provocando secas, fome e crises sociais em diversas partes do mundo, incluindo Europa e Américas. Já o El Niño extremo de 1877 trouxe secas, ondas de calor e fome, resultando na morte de cerca de 4% da população mundial.
Um evento histórico de El Niño em 1877 desencadeou secas, ondas de calor e fome, matando dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo, com efeitos devastadores na agricultura e na sociedade.
No cenário político nacional, as eleições estão a todo vapor, com direito a “mentiras e/ou meias verdades à vontade”.
Mas e a responsabilidade com o nosso clima? Será que está sendo levada a sério? Hum… não sei, viu.
Será que os presidenciáveis, de qualquer partido, já se comprometeram com as possíveis catástrofes?
Será que já assumiram compromisso com a distribuição de renda adequada, atendendo todos os possíveis desabrigados pelo efeito do SUPER EL NIÑO 2026? Ou estão apenas preocupados com seus próprios projetos pessoais, ignorando todos os impostos recolhidos com o suor de trabalhadores e consumidores em geral ? Pegue um desses cupons de supermercado, examine bem o percentual de impostos que pagamos e veja se, de fato, temos ou não o direito de exigir que nossos presidenciáveis se comprometam com uma distribuição de renda justa e adequada.
Ou vamos continuar fingindo que é tudo mentira, que não existe corrupção, injustiça social e criminosos qualificados dentro dos quadros de governos da REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL?
Institutos de meteorologia de vários países têm reforçado a possibilidade de um “super El Niño” se formar em 2026. Mesmo com todos os alertas e registros históricos sobre eventos climáticos, parece que nossos instintos estão adormecidos diante das notícias sobre corrupção e eleições.
De acordo com relatos históricos, o século XVIII testemunhou um dos episódios mais devastadores do fenômeno: o chamado “Grande El Niño”, que ocorreu entre 1788 e 1793, provocando secas, fome e crises sociais em diversas partes do mundo, incluindo Europa e Américas. Já o El Niño extremo de 1877 trouxe secas, ondas de calor e fome, resultando na morte de cerca de 4% da população mundial.
Um evento histórico de El Niño em 1877 desencadeou secas, ondas de calor e fome, matando dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo, com efeitos devastadores na agricultura e na sociedade.
Como será que deus funciona na vida humana ,neste planeta e na politica social ...?
Com tantas religiões , cada uma com suas teorias (teologias) a cada dia fica mais facil se perder nos labirinos da mediocridade e hipocria religiosa.
Segundo alguns estudos, não precisamos saber exatamente como Deus funciona, basta apenas viver com Ele presente na nossa vida e pronto.
Assim como não é necessário conhecer todo o funcionamento de um carro para dirigi-lo, mas apenas entender o básico, ligar o motor e guiar, o mesmo vale para Deus. Não é preciso saber tudo sobre ele, nem precisamos estudar teologia, criar religiões ou decorar páginas da Bíblia para compreender sua essência.
O que mais me deixa indignado, nesse mundo maluco, bizarro e sem rumo, é perceber que, quando criança ou adolescente, depois de uma longa jornada de aprendizado, sempre comprometidos e submissos aos conceitos de religiosidade, aprendemos tudo certinho. Ou seja, o catecismo — seja católico ou de outras religiões — nos ensina que Deus não habita em templos construídos por mãos humanas, mas está dentro de cada um de nós. Aí aparece alguém e pergunta: "Tá aí admirado com o que aprendeu... ou tá querendo vacilar?".
Em alguns casos específicos, certos desavisados e audaciosos tentam, de forma insinuada, nos convencer de que precisamos reaprender tudo de novo, preferencialmente com o único propósito de nos manter presos em suas duvidosas doutrinas, baseadas em um conceito equivocado de que Deus habita somente dentro de seus templos. Assim sendo, querem que participemos de suas “mediocridades religiosas” e, naturalmente, paguemos o dízimo, vigésimo ou centésimo de tudo o que recebemos em moeda corrente.
Embora a palavra "dízimo" historicamente signifique a "décima parte" (10%) no Antigo Testamento, o catolicismo ensina que, no Novo Testamento, a contribuição passou a ser guiada pelo amor e pela generosidade, e não por uma porcentagem fixa. Em resumo, segundo alguns historiadores, qualquer oferta, de preferência voluntária, deve ser um sinal de respeito e participação, mas nunca uma obrigação.
Por exemplo, no capítulo 23 de Mateus, há uma passagem em que Jesus critica aqueles que pagavam o dízimo com rigor, mas deixavam de lado a prática da justiça e da misericórdia.
Vivemos em um mundo tão estranho, bizarro e esquisito que chega a nos causar desconfiança e dúvidas em relação aos conceitos de religiosidade. Levando em conta o grande número de “mercenários da Bíblia”, a desconfiança pode até ser saudável e benéfico, pois, na maioria das vezes, são pessoas sem qualquer preparo psicológico ou espiritual, servindo apenas como instrumentos de arrecadação de dízimos para seus senhores administradores ou, pior ainda, atuando como intermediários entre o crime organizado, milícias e partidos políticos criminosos.
O número crescente de religiosos investigados ou condenados por crimes contra a economia popular, como pirâmides financeiras e estelionato (muitas vezes disfarçados de investimentos em criptomoedas), tem sido impulsionado pelo uso da fé para vencer a desconfiança das vítimas, formar grandes redes de captação e facilitar a ocultação de bens.
No dia 13 de maio de 1888, o Brasil libertava e abolia oficialmente a escravatura.
Quando se fala de escravidão no Brasil, a primeira coisa que vem à mente são negros e africanos, mas nem sempre foi assim.
A escravidão nunca esteve diretamente ligada à cor da pele ou à nacionalidade, chegando a abranger questões de religiosidade e envolver religiosos de modo geral.
De acordo com a narrativa histórica, antes dos negros, os povos indígenas também foram vítimas da escravidão no Brasil. O conceito de religiosiodade, segundo a hstórias, tambem escravisou a muitos .
VIVER SOB ESCRAVIDÃO É MELHOR QUE IR PRO INFERNO ...?
Segundo a narrativa da história da escravatura no Brasil, este era o discurso religioso da época:
"Apoiados em argumentos de que era melhor viver sob a escravidão "e se tornar um cristão" do que seguir "no paganismo e ir para o inferno", religiosos deram um salvo-conduto à elite escravocrata que ao longo de quase 400 anos exploraram mão de obra compulsória no Brasil."..
Segundo narrativas históricas, a Igreja desempenhou papéis contraditórios — esperança e justiça eram sinônimos de estruturas de poder, como no caso da escravidão no Brasil, evidenciando o crime de um sacerdócio constantemente vivido com poder, mas sem essência espiritual.
"A afirmação de que a escravidão no Brasil nunca terminou reflete uma análise histórica e sociológica profunda: embora a Lei Áurea tenha extinguido formalmente a escravidão em 13 de maio de 1888, o Estado brasileiro não garantiu reparação, terras, moradia ou educação para a população recém-liberta. Esse abandono institucional perpetuou as estruturas de subordinação, transformando o regime escravocrata em desigualdade socioeconômica e racismo estrutural que persistem até hoje. [1, 2,
"O balanço das ações de combate ao trabalho escravo contemporâneo realizadas em 2025 pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), revela que essa prática em atividades econômicas segue profundamente associada às desigualdades raciais e sociais no Brasil. Do total de trabalhadores resgatados no período, 86% são homens e 83% se autodeclaram negros (pretos ou pardos), evidenciando que a população negra é atingida de forma desproporcional, especialmente em contextos de maior vulnerabilidade social."
Em 1888, no dia 13 de maio, foi oficialmente abolida a escravidão no Brasil, libertando cerca de 700 mil pessoas. Mas segundo dados oficiais, a escravidão nunca acabou, apenas trocou de lugar. Hoje em dia ,no Brasil especificamente., a escravidão,sob forma de corrupção, tem deixado muitos brasileiros a margem da sociedade. Uma determinada classe social, detentora do poder, desviam todo tipo de recurso em benefício próprio. A cada dia que amanhece, agradeço a Deus por todos os ladrões e políticos corruptos presos e condenados.